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Entrevistamos Chris Cresswell do The Flatliners

6 de junho de 2018 | Publicado por: Fabio Martiniano

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The Flatliners está voltando ao Brasil para sua segunda turnê e Guilherme Góes bateu um papo com o vocalista Chris Cresswell. Confira:

1 – Olá, Chris! É uma satisfação falar com você! Em junho, vocês irão tocar pela segunda vez no Brasil. Vocês estão animados para essa turnê?
Chris: Sem duvidas! Estamos animados para ver um pouco mais deste lindo país e esperamos conhecer mais sobre o Brasil dessa vez. Nessa turnê, nós iremos fazer shows em clubes, será algo bem legal!

2 – Ano passado, O The Flatliners tocou no Maximus Rock Festival junto com grandes nomes da cena punkrock/hardcore mundial como Rise Against e Pennywise. Como foi a experiência tocando naquele festival? Eu reparei que vocês bebem bastante cervejas durante o show…
Chris: É verdade! Nós somos a “banda da cerveja”. Sobre isso, gostaríamos de dizer algo: iremos terminar o que começamos no Maximus Rock festival!

3 – Qual a sua opinião sobre o público brasileiro?
Chris: Existe uma paixão inegável do público brasileiro, algo na qual não conseguimos esquecer. Por favor, não nos decepcionem nesta turnê! Embora eu esteja pensando que isso não irá acontecer de maneira alguma.

4 – O Flatliners lançou o álbum Inviting light em 2017. Como foi a experiência durante as gravações deste novo material? Ele está um pouco diferente em comparação com os trabalhos anteriores…
Chris: Inviting Light foi o primeiro álbum na qual trabalhamos com um produtor diferente e em um estúdio diferente. Foi algo totalmente novo em relação a tudo que fizemos antes. Foi como se alguém chegasse com uma nova tela, novas tintas com cores diferentes e pedisse para pintar algo novo. O novo trabalho pode aparentar ser diferente, mas possui a nossa essência. Foi um trabalho que precisou de muito esforço de cada um de nós para sair. Foi bastante divertido explorar coisas novas profundamente para criar este novo álbum. Tudo fica chato quanto repetido diversas vezes, você entende?

5 – Inviting light é o primeiro álbum lançado pela Rise Records. Anteriormente, vocês estavam na Fat wreck Records. Essa foi uma transição difícil?
Chris: A Fat wreck Records foi uma casa para nós durante 10 anos. Sem duvidas, é um selo gerenciado por pessoas brilhantes que são como uma família para nós. Nossa amizade continua até os dias de hoje. Em certo ponto, nossa curiosidade nos levou para uma rota alternativa, mas o destino era o mesmo. Com sorte, temos pessoas em ambos os selos que nos apoiam.

6 – Ao longo dos anos, vocês mudaram de um um estilo de Hardcore melódico para um Rock com levadas pop. O que vocês pensam sobre essas mudanças? Poderia apontar algumas vantagens e desvantagens nisso?
Chris: Não acho que há vantagens ou desvantagens nisso. O que é importante em qualquer forma de arte é explorar totalmente o que faz. Testar suas habilidades, ir além das fronteiras e sempre tentar alcançar algo novo. Arte é criar algo “do zero”, não importa a forma. Sendo assim, por que não tentar criar algo novo? Nossos fãs tem nos acompanhado ao longo dos anos e estão crescendo com nós. Observar isso é algo simplesmente incrível. É algo lindo lançar novos discos e observar que os fãs não vão embora. Mas se você quiser escutar os trabalhos antigos, eles estão aí.

7 – O Canadá é bastante popular por sua ótima cena e boas bandas. Como vocês enxergam a cena underground Canadense hoje em dia em comparação com o início dos anos 2000s?
Chris: Existem bastantes bandas e músicas boas “rolando” no Canadá agora. Nós sempre tivemos uma rica história neste meio. Os anos 2000s foram incríveis, mas agora é especial. É algo que vem “em ondas”. Eu sinto que os anos 2000s foram bons para o post Hardcore e o emo “new school”, mas hoje a cena Canadense se tornou um “caldeirão” de punk rock e rock and roll. Que momento para estar vivo e ser Canadense!

8 – Quais são as suas bandas favoritas no momento? Poderia dar alguma dica interessante aí do Canadá?
Chris: se vocês não conhecem o PUP, estão vivendo na idade da pedra! Recomendo The Dirty e Nil e o The Wavves. Tá aí a lição de casa!

9 – Vocês conhecem algo sobre música brasileira? Conhecem alguma de nossas bandas de punk rock/Hardcore?
Chris: Precisamos ser ensinados. O que deveríamos escutar? Veremos nos shows!



Um comentário para “Entrevistamos Chris Cresswell do The Flatliners”

  1. […] o vocalista Chris havia mencionado em nossa entrevista, o The Flatliners realmente terminou o que havia começado no Maximus rock […]

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