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Resenha e fotos do Millencolin em São Paulo

10 de outubro de 2017 | Publicado por: Fabio Martiniano

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Na sexta-feira, 06 de outubro, os suecos do Millencolin voltaram a se apresentar em São Paulo.

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.: Local e data
06/10/2017 – Tropical Butantã – São Paulo/SP

.: Resenha
Pérola Cattini

.: Fotos
Aline Almeida

Abrindo a maratona de grandes shows da cena punk e hard core que está lotando a agenda do final de 2017, o Millencolin, um dos maiores nomes do HC Melódico, esteve de volta nos palcos de São Paulo fazendo uma apresentação impecável para seus fãs.

O local foi o Tropical Butantã, onde havia uma grande movimentação nos seus arredores já pelas 19:00, além da fila formada pelos fãs sedentos pela grade. Ali na porta, tive a oportunidade de conversar com pessoas não só da capital, mas uma galera que veio de cidades do interior do estado e até uma fã carioca que já estava acompanhando a tour latino-americana dos suecos desde o Chile.

Sem banda de abertura na programação, e sem muitos atrasos como na última passagem dos caras por aqui em 2015, o Millencolin entrou no palco por volta das 22:15.

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Quando Nikola Sarcevic (baixo e vocal), Mathias Färm (guitarra) Erik Ohlsson (guitarra), e Fredrik Larzon (bateria) surgiram à frente da imensa bandeira com o urso que ilustra a capa do álbum The True Brew (2015), mandaram logo de cara o clássico “No Cigar” (faixa de abertura do Pennybridge Pioneers, de 2000, ou para muitos, “A música do Tony Hawk 2”). Daí em diante, foi difícil ver um ser humano parado.

Como manda o protocolo, a roda estava bonita de se ver, e vale lembrar que a faixa etária majoritária da plateia era do pessoal já na casa dos 30, agitando e cantando com todo o fôlego que a idade e o saudosismo nos permitem nessa altura do campeonato.

Emendando hit atrás de hit, como “Olympic”, “Penguins and Polarbears” e “Fazil’s Friend”, veio aquela desacelerada e pausa dramática para a execução “The Ballad”, e não dá para negar foi um momento emocionante. Afinal, é raro conhecer um fã de Millencolin que já não tenha curtido uma leve fossa juvenil ao som dessa bela canção.

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Entre as 22 duas músicas que rolaram, merecem destaques as performances de “Mr. Clean”, encerrando a primeira parte do show, e senhora trinca “Fox” + “Bullion” + “Duckpound”, já no bis. Foi um daqueles momentos que era possível sentir a satisfação de quem estava ali para apreciar uma banda que marcou época.

A escolha dos sons foi bem equilibrada no quesito nostalgia, sem faltar o devido espaço às excelentes faixas do seu último álbum. Comparando com o que rolou no restante da turnê, senti falta apenas de “Farewell My Hell” (Kingwood, 2000), mas nada para reclamar.

Setlist na íntegra:

No Cigar
Sense & Sensibility
Ray
Olympic
Penguins & Polarbears
Fazil’s Friend
Bring Me Home
True Brew
Autopilot Mode
The Ballad
Twenty Two
Cash or Clash
Lozin’ Must
Kemp
Pepper
Mr. Clean

Segunda parte:
Egocentric Man
Fox
Bullion
Duckpond
Battery Check
Black Eye

Galeria de fotos:

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Um comentário para “Resenha e fotos do Millencolin em São Paulo”

  1. Show excelente, boa visão da autora do texto, representou bem o sentimento dos fãs ao dizer que faltou Farewell My Hell.

    Mas fica pra próxima!
    #ComeBackToBrazilMillencolin

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